Na nova série da Rede Comuna, falamos sobre como aprendemos a amar uns aos outros através do exemplo do nosso Mestre e Salvador

Alguns anos atrás, era muito comum entrar nas igrejas e ver os jovens usando pulseiras das mais diversas cores, com a sigla “W. W. J. D.?”. Os dizeres se tratavam da frase “what would Jesus do?” ou, em português, “o que Jesus faria?”. A ideia era que o objeto servisse como um lembrete nos momentos de decisão diários, do que o Mestre faria se estivesse em nosso lugar. Como se comportaria, quais seriam Seus hábitos, que escolhas faria.

Hoje, as pulseiras já não estão mais na moda e, talvez, seja difícil encontrar uma, senão nas gavetas dos hoje adultos, que as utilizaram em sua juventude. Mas a frase continua tão – ou mais – urgente quanto antes. O que Jesus faria?

Vivemos dias de tanta discussão com relação aos mais diversos assuntos, quando, na verdade deveríamos nos perguntar dia após dia: E Jesus, o que faria nessa situação? E Jesus, como reagiria a isso? E Jesus, como lidaria com essa pessoa? E isso principalmente nos nossos relacionamentos, que talvez sejam o maior desafio que enfrentamos diariamente.

O pastor Andrew Murray, em seu livro “A vida interior” fala que um dos maiores desafios da intimidade com o Pai é quando saímos do quarto secreto e temos contato com as outras pessoas:

“Da comunhão com Deus na hora tranquila matutina para o convívio com nosso próximo há muitas vezes uma transição difícil. Se tivermos tido um encontro com Deus, estaremos ansiosos por manter a sensação da Sua presença e a lembrança de nossa entrega. Vamos para a mesa do café, talvez em meio à nossa própria família, e o clima já não é o mesmo. À medida que outras pessoas e coisas se manifestam, começamos a perder o que havíamos encontrado”.

Andrew Murray

Isso pode se tornar ainda mais desafiador em temos como os que estamos vivendo, de distanciamento social. Ao mesmo tempo em que ficamos fisicamente mais longes de algumas pessoas, ficamos mais próximos de outras – principalmente as da nossa casa.

Então, como, diante desses desafios, podemos aproveitar nossos relacionamentos e cumprir o chamado do Senhor para que O amemos de todo o nosso coração e amemos nosso próximo como a nós mesmos? Como seguir o conselho de Andrew Murray e nos empenharmos “em aprender como nosso relacionamento com outras pessoas pode ser um auxílio, em vez de um obstáculo em nossa vida de constante comunhão com Deus”?

A resposta está na pergunta das famosas pulseiras de que falamos: o que Jesus faria? O Mestre viveu em nosso meio e nos deixou um exemplo tão claro de como viver neste mundo, amando as pessoas e as levando para mais perto dele.

E Jesus, o que faria? – A nova série da Rede Comuna

Para ajudar você, pastor ou líder, a caminhar com sua igreja local em direção a uma vida de amor às pessoas, seguindo cada vez mais o exemplo de Jesus e obedecendo ao Seu chamado, a Rede Comuna lança sua nova série: E Jesus, o que faria? São seis mensagens dedicadas a responder: o que Jesus faria diante de uma pandemia? O que Jesus faria diante de relacionamentos rompidos? O que Jesus responderia sobre o que é o mais importante para Ele?

Tudo isso baseado na verdade de que o mais importante para o nosso Senhor e Salvador são os relacionamentos. Afinal, sabemos bem que o propósito eterno de Deus é ter uma família com muitos filhos parecidos com Seu Primogênito.

Você pode se perguntar por que é tão importante falar sobre isso. A verdade é que todos nós carregamos marcas de relacionamentos. Relacionamentos são difíceis, e ninguém quer dizer o contrário! Mas os relacionamentos também são maravilhosos.

Jesus sabia disso, Ele tinha um padrão perfeito de relacionamento com Deus, o Pai, e tinha um exemplo de relacionamento imperfeito com os discípulos, que erravam, não obedeciam, não ouviam Seus conselhos. Mas, mesmo assim, no contraste das relações, Jesus deixa claro que nada é mais importante do que a comunhão, do que o amor que temos uns pelos outros.

Em nossos dias, se há algo que perdeu a prioridade da nossa agenda e do nosso tempo são os relacionamentos. Por ser tudo corrido, perdemos o valor e a beleza de estar sentados ao redor da mesa, olhando nos olhos uns dos outros. Na maioria das vezes, consideramos as pessoas como obstáculos e não como Deus as considera. Não as vemos como Ele as vê, o que nos impede de abençoá-las e de desfrutarmos de tudo que a vida em comunhão pode nos dar.

Nossa prioridade precisam ser os relacionamentos e nosso amor precisa se expressar através das nossas atitudes para que possamos cumprir o chamado de Jesus em Marcos 12.28-31:

“Um dos mestres da lei estava ali ouvindo a discussão. Ao perceber que Jesus tinha respondido bem, perguntou: “De todos os mandamentos, qual é o mais importante?”. Jesus respondeu: “O mandamento mais importante é este: ‘Ouça, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de toda a sua mente e de todas as suas forças’. O segundo é igualmente importante: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Nenhum outro mandamento é maior que esses””.

Desafie sua igreja local a ser mais parecida com Jesus

Faça o download da nova série da Rede Comuna, baseada no livro “40 dias de amor”, de Tom Holladay, e desafie sua igreja local a viver relacionamentos diferentes, se tornando a cada dia mais parecida com nosso Mestre de amor.

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